terça-feira, 15 de abril de 2014

POLICIAL DO FUTURO


Novas tecnologias a serviço do policial do futuro


         Realizada no Rio de Janeiro, a Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para a Segurança Pública (Interseg) reuniu mais de 70 expositores do mundo todo. O evento, considerado o maior do setor na América Latina, apresentou novas tecnologias que devem ser empregadas pela polícia brasileira em um futuro não muito distante. Entre os acessórios high-tech estão óculos equipados com microcomputadores, um notebook blindado, um coturno à prova de balas e uma nova arma não letal. Veja alguns desses equipamentos que podem entrar em ação em breve:



Microcâmera acoplada

Microcâmera acoplada

        Pode ser acoplada ao policial através do uniforme ou a robôs e cachorros em missões de resgate. Envia, através de um aparelho parecido com um roteador de computador, as imagens para o centro de comando. Já é utilizada por forças de segurança nos Estados Unidos.





Óculos-computador

Óculos-computador

           Parecido com um headphone, este computador apresenta uma microtela ampliada por uma lente, que fica próximo ao olho esquerdo do policial. Através de comandos de voz, o policial pode acessar imagens de câmeras de segurança, assim como documentos armazenados ou enviados via conexão wi-fi. Produzido pela Motorola, já é utilizado nos Estados Unidos.



Coturno à prova de balas
 

Coturno à prova de balas

Coturno à prova de balas

          Desenvolvida pela empresa paranaense Guartelá, a bota blindada Shell DRYclima promete dar total proteção aos pés e tornozelos de policiais e militares contra armas de fogo. Revestido com kevlar - o mesmo material usado em coletes à prova de balas -, o coturno impediu a perfuração por munições de calibres .38, 9 mm e .40. O produto ainda está em fase de testes.


Notebook blindado

Notebook blindado

Notebook blindado

Este notebook é capaz de suportar grandes variações de temperatura, quedas e derramamento de líquidos. O equipamento pode ser utilizado em missões especiais e resgates. A Panasonic, fabricante do computador, afirma que o produto já está em uso em instituições militares brasileira. A empresa, entretanto, não especifica quais são.


CSI Portátil
 

CSI portátil

CSI portátil

O Universal Criminal Workstation é um equipamento do tamanho de um aparelho celular dotado de um sensor biométrico, capaz de identificar impressões digitais e comparar com o banco de dados em uma estação de reconhecimento. Atualmente, está em fase de teste para adoção pela Secretaria de Segurança do Maranhão.


Spark, a arma não letal brasileira

Spark, a arma não letal brasileira

Spark, a arma não letal brasileira

Se estiver a pelo menos 10 m de distância do alvo, o policial poderá utilizar uma arma não letal para causar contrações musculares e desorientação mental, paralisando o contraventor. A Spark - arma desenvolvida pela brasileira Condor similar às tecnologias dos Tasers produzidos nos Estados Unidos e na China - atira dardos que soltam uma descarga elétrica, atingindo o sistema nervoso da vítima sem causar lesão permanente ou risco de morte. A Spark tem mira a laser, cartucho com trava de proteção, baterias recarregáveis e pode ser usada em ambas as mãos. Várias instituições brasileiras de segurança já usam tecnologias importadas semelhantes.


Localizador Vital
 

Localizador vital

Localizador vital

O equipamento faz com que o comando saiba a localização exata do policial. O PSM Responder monitora o corpo de quem está utilizando-o e envia as informações via sistema de rádio para um computador. É possível saber em tempo real os batimentos cardíacos do policial e se ele está deitado ou em pé, por exemplo. Ideal para situações de emergência, como incêndios ou ações de risco. Até o momento, equipamento só é usado pela polícia nos Estados Unidos.


terça-feira, 4 de março de 2014

Carta Aberta ao Coordenador do GAECO.

            Caro Procurador Leonir Batisti. Vejo que anda meio sumido dos holofotes que tanto adora. Não se preocupe, Excelência, serei extremamente respeitoso. Inicialmente quero cumprimentá-lo  pelas sucessivas vitórias destes últimos dias. Vossa  excelência enfrentou o rodízio, e venceu. Lutou para mudar o decreto e mais uma vez, venceu.  O decreto não lhe agradou e nos bastidores, lutou para muda-lo de novo, e venceu. Por fim a sua maior vitória, o Dr. Cid Vasques, cansado de suas bravatas na imprensa , lamentavelmente deixou a pasta da Secretaria de Segurança Pública. Parabéns Excelência, venceu de novo, mas a sociedade, perdeu. Excelência, muitos falam que os integrantes da Polícia Judiciária não gostam dos Promotores. Mentira, não gostamos de covardes, neste caso podem ser Promotores ou Policiais. O Dr. Cid Vasques estava fazendo um trabalho brilhante que poderia ter continuado. Cometeu um erro, não se submeteu aos caprichos da “banda podre” do Ministério Público. Não se irrite, mas quero ainda acreditar que pelo menos os Senhores tenham uma banda boa, o que está difícil, face aos auxílios alimentação, saúde, moradia e outros. Que vexame, hein? Tenho certeza que os Senhores farão o mesmo joguinho de cena. Dirão que o auxílio moradia dos Juízes é ilegal e imoral, e de fato é. A OAB fará outras cenas para aparecer na mídia. E depois de seis meses, os nossos “honrados  e honestos” Promotores estarão pedindo o mesmo por “simetria”. A simetria da falta de vergonha e da irresponsabilidade com dinheiro público. Ah!, perdão, Excelência, quase perdi o foco.  Ouço comentários de que O GAECO tem todas as autoridades na “mão” e que por essa razão conseguem qualquer coisa. È realmente tenho que admitir que paira algo estranho no ar.  Comenta-se que o Senhor não reprime estes comentários e que, se sente de certa forma importante com o temor que inspira em algumas “autoridades”.  Pois bem, para que Vossa Excelência não se iluda pensando que a Polícia Judiciária tem algum receio do Senhor e de seus  seguidores, vamos à algumas informações.  A  semana passada foi de fato decisiva. No dia 18 de fevereiro, pela manhã, como representante da Comissão de Direitos Humanos Irmãos Naves, solicitamos providências junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, com relação ao vergonhoso Caso João Marcos. Percebi que o Ministério Público do Paraná não é digno de confiança. Não que eu confie no tal Conselho, trata-se de seguir formalidades, não se iluda. Vejo que Vossa Excelência só dá entrevistas de cabeça baixa. Para o seu caso, esta é a melhor posição, pois Vossa Excelência é uma grande farsa. No dia 21 de junho de 2003, o sangue do jovem João Marcos escorreu no asfalto da rua Maringá, em Londrina. A sociedade se calou. Policiais se sentiram coagidos. Peritos, com medo, fizeram afirmações inverídicas em seus laudos. Os Membros do Ministério Público se uniram em defesa de uma covardia. O Secretário de Segurança, na época também Promotor, não moveu um dedo para ajudar uma pobre mãe que até hoje clama por justiça. Que vergonha, hein! O sangue de João Marcos que escorreu pela rua naquela fatídica noite em que agonizou até a morte, já secou, porém as lagrimas dos olhos da mãe Sônia Maria, mesmo dez anos depois, ainda escorrem insistentemente, e não se secará jamais. No seu desespero de mãe, Excelência, ela o chama de “covarde”. Tentei todos esses anos ser processado por Vossa Excelência para poder demonstrar á toda sociedade os indícios que apontam Vossa Excelência como autor do delito, mas nada. Nenhuma reação, nenhum processo. Lanço aqui um desafio ao Senhor ou a qualquer outro membro deste vergonhoso Ministério Público, para que venham discutir publicamente os indícios que constam nos autos de inquérito Policial n.º 280/03, da 5.ª Vara Criminal de Londrina. É  por essa razão Excelência, que chamo a ajuda de custo que é paga indevidamente aos Policiais que aceitam trabalhar no GAECO de “auxílio silêncio”  ou “auxílio covardia”, mas creio que um bom nome seria “auxílio João Marcos”. A morte em si deste pobre entregador de pizza, não é o mais vergonhoso, pois acidentes podem acontecer com qualquer um. Vergonhosa foi a fuga, a omissão de socorro. Vergonhosas  foram  os atos ilícitos praticados  para ocultar o verdadeiro criminoso. Vergonhosas foram as intimidações feitas por alguns Promotores contra os familiares da vítima que buscavam apenas justiça. Foi muito bom Vossa Excelência lutar pelo fim do rodízio dos Policiais cedidos ao GAECO, pois caso aconteça de novo é só reajustar o valor do “auxílio covardia”. A única coisa que lamento, é que estes Policiais que hoje estão no GAECO, deixarão de participar de um momento ímpar na Polícia Judiciária. Nós estamos caminhando para ser a mais eficiente e confiável dentre todas as demais Instituições. Temos nossos problemas, somos sinceros em admitir, mas temos condições de enfrenta-los. È uma pena que estes Policiais permaneçam excluídos deste processo. Por fim Excelência, por não confiar neste Ministério Público omisso, insano e covarde, informamos que a Comissão prosseguirá nas ações para demonstrar à sociedade os indícios que apontam Vossa Excelência como o autor do delito. Os Policiais que decidirem permanecer no GAECO  sob seu comando, é porque não se importam com atos  covardes que são praticados contra pessoas pobres. Mas como sempre digo em minhas aulas de ética, Excelência, passarinhos de mesma cor gostam de voar juntos. Os que decidirem permanecer, é porque demonstram que não servem para a Polícia Judiciária, pois aqui não é lugar apropriado para COVARDES.. A mãe de João  Marcos continuará chorando a perda de seu filho, mas chorará sempre de cabeça erguida, ao passo que Vossa Excelência continuará por toda vida concedendo entrevistas, mas não se esqueça, permaneça  de cabeça baixa. É mais apropriado para Vossa Excelência. Aguardo ansiosamente ser processado por Vossa Excelência ou por um de seus pares. Que Deus o abençoe.

Claudio MARQUES Rolin e Silva
Delegado de Polícia
Coordenador Geral de Ações da Comissão de Direitos Humanos Irmãos Naves

sábado, 8 de fevereiro de 2014

BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO.

Foto

TRIBUTO AO POLICIAL




Quem és tu policial, se não um mero escudo de segurança da sociedade, quando expõe tua vida ao perigo avassalador a todo momento.

Quem és tu, se não um acadêmico cumpridor de tua escola, onde aprendeste que a vida dos teus irmãos tem mais valor que a tua e por ela tens o dever de zelar, de dar tua vida se preciso for, por amor dos teus iguais.

Quem és tu policial, que aprendeste na academia que a arma que ostentas é um símbolo de defesa, jamais de ataque.


Quem és tu, que tomba na mão do fora da lei a qualquer hora. Quem és tu que atende o pedido de socorro sem demora?

Ah, meu amigo! Tu és meu irmão, é a ti que eu devo apertar a mão, é a ti que eu devo minha fiel devoção, e não ao vil bandido morto em ação. Ostenta policial, ostenta o teu distintivo, a tua farda contra o mal.

Sê sempre consciente e corajoso, sempre majestoso em defesa do bem, honra sempre teu juramento, em todo e qualquer momento, sem ver a quem.Se a infeliz covardia, algum dia tua vida tirar, tu haverás de a encontrar em outro lugar, onde se encontram os irmãos teus, no templo sagrado da casa de Deus.